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VianadoCastelo2 Em Love and Awakening”, John Welwood emprega a analogia do castelo para ilustrar o mundo dentro de nós.

Imagine um castelo magnífico, com corredores intermináveis e milhares de aposentos. Cada cômodo do castelo é perfeito e tem um dom especial. Cada aposento representa um diferente aspecto de você mesmo e é uma parte completa do castelo inteiro e perfeito. Como uma criança, você explorou cada centímetro do seu castelo, sem vergonha ou espírito crítico. Sem medo, procurou as preciosidades e os segredos de cada cômodo. Amorosamente, você assumiu cada aposento, fosse ele um banheiro, um quarto ou uma adega. Cada um e todos os cômodos eram únicos. Seu castelo estava cheio de luz, amor e maravilha.

Então, um dia, alguém chegou lá e lhe disse que um dos aposentos era imperfeito, que com certeza não pertencia ao seu castelo. Sugeriu-lhe que, se quisesse ter um castelo perfeito, você deveria fechar aquele quarto e trancar a porta. Como desejava ser amado e aceito, você rapidamente fechou o quarto. À medida que o tempo foi passando, mais e mais gente foi até o seu castelo. Todos deram sua opinião sobre os aposentos, de quais gostavam e os que lhes desagradavam. E, aos poucos, você foi fechando uma porta depois da outra. Seus aposentos maravilhosos foram sendo trancados, ficaram fora do alcance da luz, mergulhados na escuridão. Um ciclo havia começado.

Desse momento em diante, você passou a fechar cada vez mais portas; pelas mais diversas razões. Fechou portas porque tinha medo ou porque achou que os quartos eram muito arrojados. Trancou as portas de outros por julgá-los muito conservadores. Outras portas foram fechadas porque alguns castelos que você visitou não tinham cômodos como aqueles. E outras, ainda, porque seu líder religioso lhe disse que você deveria manter distância de certos quartos. Você fechou toda porta que não se encaixasse nos padrões da sociedade ou em seu próprio ideal.

Acabou-se o tempo em que o seu castelo parecia não ter fim e o seu futuro se apresentava brilhante e cheio de emoções. Você já não cuidava mais de cada cômodo com o mesmo amor e admiração. Aposentos dos quais você se orgulhava, agora queria que desaparecessem. Você tentou imaginar formas de se livrar deles, mas eles faziam parte da estrutura do castelo. Chegou um momento em que você, tendo fechado a porta de todo e qualquer cômodo de que não gostasse, acabou por se esquecer completamente deles.

No princípio, você não percebeu o que estava acontecendo; tinha se tornado um hábito. Com tanta gente dando palpites tão diferentes sobre qual a aparência que um magnífico castelo deveria ter, tornara-se mais fácil dar atenção aos outros do que à sua voz interior: a única que amava seu castelo por inteiro. Na verdade, o fato de fechar aquelas portas começou a lhe dar segurança. Logo você se viu morando em poucos e apertados cômodos. Aprendera a fechar as portas para a vida e sentia-se à vontade fazendo isso. Muitos trancaram tantos aposentos que se esqueceram de que algum dia foram um castelo. Passaram a acreditar que eram apenas uma casa pequena, de dois quartos, necessitando de consertos.

Agora, imagine seu castelo como o lugar onde você abriga tudo o que você é, a parte boa e a má, e que todas as características que existem no planeta também estão em você. Um de seus cômodos é amor; outro é coragem; outro, elegância; e outro é graça. Há um número infinito de aposentos. Criatividade, feminilidade, honestidade, integridade, saúde, sensualidade, poder, timidez, ódio, ganância, frigidez, preguiça, arrogância, doença e maldade são aposentos do seu castelo. Cada um deles é uma parte essencial da estrutura, e cada aposento tem seu oposto em algum lugar do seu castelo. Felizmente, nunca ficamos satisfeitos sendo menos do que somos capazes de ser. Nosso descontentamento com nós mesmos nos motiva a ir em busca de todos os cômodos perdidos do castelo. Só conseguiremos achar a chave da nossa individualidade se abrirmos todos os aposentos do castelo.

O castelo é uma metáfora para ajudá-lo a perceber a enormidade do seu ser. Cada um possui esse lugar sagrado dentro de si mesmo. É de fácil acesso, se estivermos prontos e ansiosos por ver a nossa totalidade. A maioria das pessoas tem medo do que poderá encontrar por trás das portas desses quartos. Assim, em vez de partir numa aventura, para encontrar nosso eu escondido, cheio de emoção e maravilhas, conservamo-nos fingindo que os quartos não existem. O ciclo continua. Mas, se você quer de fato mudar o rumo da sua vida, terá de entrar em seu castelo e abrir vagarosamente todas as portas, uma a uma. Precisará explorar seu universo interior e recuperar tudo o que havia rejeitado. Só na presença do seu eu integral você poderá apreciar sua magnificência e gozar a totalidade e a singularidade da sua vida.”

a citação acima está no livro “O Lado Sombrio dos Buscadores da Luz”, de Debbie Ford

Queridos leitores,

Aqui estou publicando a repercursão do lançamento do livro

“Drogas e Cultura – Novas Perspectivas”, para que possamos interagir n o debate público  sobre  as drogas,

liberdade religiosa, violência, entre outros … que  foram ativados recentemente pela  trágica morte

de Glauco, líder espiritual da Igreja do Santo Daime.

Penso que uma boa  maneira de colaborarmos é trazendo  á  luz  boa qualidade de informação, ampliando nossa

consciência sobre o tema   e assim  escapar da corrente da ignorância que conduz a mais exclusão e obscurantismo.

Esse livro é muito interessante e aborda o tema de maneira variada e intercultural.

Mais informações:

http://bialabate.net

Notícia da Folha de São Paulo:
http://www.bialabate.net/news/descriminalizar-droga-une-gestao-lula-e-fhc-2

Video do evento na Folha de SP: http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u711114.shtml

O jornal também deu um editorial favorável ao Santo Daime: http://www.bialabate.net/news/editorial-da-folha-de-sao-paulo-24032010

Esse artigo foi publicado no site do Ministério da Cultura

A Cultura e as Drogas

Ministro Juca Ferreira defende dimensão cultural para políticas sobre drogas

 

“É necessária uma abordagem mais voltada ao comportamento. É preciso ampliar a dimensão cultural para adequar políticas públicas sobre as drogas à contemporaneidade”, defendeu o ministro Juca Ferreira, durante o lançamento do livro Drogas e Cultura: novas perspectivas.

Realizado na tarde desta terça-feira, 23 de março, no Centro Cultural São Paulo, na capital paulista, o evento também contou com a presença do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso, que junto com o ministro da Cultura e demais convidados, fez parte da mesa de abertura.

O ministro Juca Ferreira iniciou suas considerações parabenizando o ex-presidente Fernando Henrique por sua coragem no enfrentamento de um problema tão importante.

“O tema é relevante e muito complexo, e fugir do debate e da polêmica sobre esta questão não é política do Ministério”, afirmou. Para ele, as drogas não são somente tema de polícia, e um novo ponto de vista tem surgido no Brasil, a partir do crescimento do debate sobre o assunto na sociedade.

“A limitação do uso social do cigarro e do uso do tabaco também interessa neste processo. Parte das drogas legais e ilegais tem efeitos avassaladores. A dependência é culturalmente adquirida e a militarização do problema está perdendo a batalha no Ocidente. A descriminalização não elimina de todo a questão.”

Leia o pronunciamento na íntegra.

Na avaliação de Edward MacRae, um dos organizadores da obra, o ministro da Cultura e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso têm trabalhado para romper o tabu do silêncio, sendo agora a publicação lançada um instrumento de contribuição. “A ideia do livro era explorar o aspecto biopsicossocial, com riqueza de abordagens diferentes, de diferentes materiais.”

O coronel da reserva Jorge da Silva, do Movimento Fórum Rio e da Comissão Brasileira sobre Drogas, que também participou da mesa, afirmou que aprendeu na Polícia Militar a encarar as drogas como tema policial/penal, mas, quando se viu “enxugando gelo”, aprofundou-se no assunto e hoje só vê solução envolvendo educação, família e sociedade.

Finalizando a primeira parte do evento, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso elogiou o ministro Juca Ferreira pela “exposição correta e corajosa” sobre o tema e afirmou que é preciso criar uma base social de consenso. “O tema invadiu a cultura contemporânea”, reconheceu.

Fernando Henrique relatou experiência da destruição de uma plantação de maconha em Pernambuco, no seu governo, que de nada valeu. “O problema é mais amplo e complexo, e a repressão não resolve.” Ele defende a mudança do paradigma da repressão para o da redução de danos.

Na sequência, houve espaço para perguntas do público. A segunda mesa foi formada por Maurício Fiore, moderador, Sandra Goulart, Henrique Carneiro, Edward MacRae, co-autores do livro, além de Maurides Ribeiro, diretor do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais, e Ge Marques, pesquisador do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos.

Publicação na Internet

O livro, que reúne 17 artigos, foi organizado por Beatriz Caiuby Labate, Sandra Lucia Goulart, Mauricio Fiore, Edward MacRae e Henrique Carneiro.

A coletânea traça um panorama de esforços recentes de pesquisa e reflexão sobre o tema com o olhar das ciências humanas.

Trata-se da primeira contribuição sistematizada do Ministério da Cultura para a resposta brasileira ao problema das drogas e sobre os diversos usos de substâncias psicoativas.

A publicação Drogas e Cultura: novas perspectivas já está disponível para download (acesse aqui).

Visita - Em companhia do diretor Martin Grossmann e do secretário municipal de São Paulo, Carlos Alberto Calil, o ministro Juca Ferreira conheceu as dependências do Centro Cultural São Paulo. Segundo Calil, foi a primeira vez que um ministro da Cultura esteve no local, considerado um dos espaços culturais mais frequentados da cidade.

osho5155

” O Corpo cura-se a si mesmo. Nós podemos apenas ajudar o processo de cura do corpo, mas a cura básica é feita pelo próprio corpo. Nós podemos apoiar, mas se o corpo não está pronto para se curar, todo nosso apoio fracassa.                                                                                       

O corpo tem uma sabedoria, uma profunda inteligência própria.

O corpo é a fonte de toda a sua vida. Partindo do corpo você pode alcançar seu Ser, comece com o corpo.                          

O corpo é o lado externo do Ser e o seu Ser é o lado interno do seu corpo.                                    

O corpo precisa ser aceito amorosamente, com gratidão e reverência, e ele pode tornar-se um degrau para alcançar o seu Ser.”

OSHO