Archive for março, 2009

 
 cisnetambor
“Os cantos são um guia de luz pelas sendas da intenção. O círculo é um lugar para compartilhar.
Esta será uma noite para cantar, abrir o coração, soltar a voz. A oração toma a forma de canção; a canção flui no espaço, ecoando na natureza.
Cantar com o toque da alma, cantar para a água, para o rio, para o fogo. Cantar para que nos ouçam, cantar para ouvirmos o outro. Cantos sagrados, cantos de luz, mantras… Memórias vivas da sabedoria ancestral.”
O evento na noite do sábado passado, no Hotel Ponto de Luz foi mágico… cantando juntos, alçamos voo pelo grande coração do Grande Espírito em um mix de cantos sagrados da América, da África e da Índia.
Obrigada a todos pela oportunidade de voar! 

 Orar e Cantar

Existem duas formas de praticar o mantra, uma é repetindo internamente e outra é cantando. Mas, uma coisa é você repetir mecanicamente, distraidamente. Assim não será de grande ajuda, a não ser pra te embalar. Isso trás uma certa alegria, mas é diferente quando você está vocalizando com bhava ou sentimento. Quando seu coração está presente. Porque você já sabe o que está cantando.

É sua hora de comunhão com o divino, é uma prece em forma de diálogo com a divindade.

A oração pode acontecer de várias formas, uma delas é essa, através do diálogo. Você se sente separado, então neste estado de separação você dialoga com o eu superior, com a divindade. É importante que haja então presença nesta oração.

 A principal chave é você cantar e orar para o outro. Talvez você ainda não tenha se dado conta da dimensão deste poder chamado amor, que implica em querer ver o outro brilhar. Muitas vezes o seu desejo sincero de ver o outro brilhar é o suficiente para que isso aconteça.

Sri Prem Baba

saopaulo

               

Feliz outono para todos nós,

 

A Cerimônia do Equinócio, sexta feira ao meio dia, foi uma alegria. Alegria de ser, alegria de compartilhar, alegria de reconhecer a abundância e ter a oportunidade de dizer seu nome, palavra por palavra.

Dedicar o que há de melhor nos nossos corações ao coração do Fogo Sagrado, ao coração de Grande Espírito.  Parar ali naquele instante, naquele meio dia, naquela transição divina da estação, apreciar o céu aberto acima de nós e sentir a Mãe dadivosa sob nossos pés.

Aha! Metakuiê Oyasin!

 

                                                                                               

 

Céu Aberto Arte e Consciência convida:

  Celebração do Equinócio de Outono

        20 de março  às 12h00 horas

 

 

                                       equinocio_de_outono_imagem                                               

  Acender o Fogo Sagrado

para  agradecer as dádivas recebidas

     e rezar à benção da vida.

 

    Cerimônia   Xamânica com Izabel Donalísio

Trazer uma oferenda de alimento para compartilharmos.

     Contribuição para o espaço: velas e incenso.

            

Céu Aberto Arte e Consciência

           

http://ceuabertoarte.blogspot.com/

             

telefone: 33086351 e 92241155

      

                                   

    

 

       

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Santa Terezinha é conhecida como a Santa das  pequenas  coisas ou das pequenas flores.

Significa que ela acreditava em fazer as  pequenas coisas da vida bem e com muito amor. Ela também é a padroeira dos cultivadores de flores e dos floristas. Ela é representada por rosas.

 O dia de hoje é de paz interior.

Você pode confiar em Deus de que você está  exatamente onde precisa estar.

Não esqueça as infinitas possibilidades que nascem da sua fé.

Use esses presentes que você tem recebido e passe-os com o  amor que tem sido dado a você. Alegre-se de saber que você é filho de Deus.

Deixe que essa presença penetre em seus ossos, permitindo que sua  alma cante livremente, dance, ore e ame.

 Isso é para cada um de nós todos.

 

 

 

Quando os sentimentos tornam-se inadmissíveis
:: Bel Cesar ::

Em tibetano, a palavra Chog Shes significa aceitação da vida simplesmente como ela é, isto é, manter um relacionamento direto com nossas experiências sejam de alegria, medo, expectativas ou ressentimentos. Chog Shes é, portanto, a ausência de neurose, pois, quando estamos neuróticos, fazemos exatamente o contrário: rejeitamos a vida como ela é.

Em geral, quando algo nos desagrada, nossa primeira reação é dizer: “Não acredito!”. Na tentativa de não sofrer, buscamos, sem nos dar conta, métodos para nos anestesiarmos da frustração eminente. Alguns desses métodos podem funcionar temporariamente, mas quando somos tomados pela indignação estamos fadados a sofrer mais, pois estamos exagerando, pondo fogo no fogo de emoções que já estão fervilhando dentro de nós.

Quando lidamos com as emoções tal como elas chegam até nós, começamos a atenuar nossa visão neurótica da vida. O segredo está em não resistir ao que emerge em nós e, ao mesmo tempo, saber não adicionar algo a mais a esta experiência.

Mas não é tão simples assim, uma vez que fomos educados para sermos bons e eficientes e, por isso, aprendemos a ver nossos defeitos como inaceitáveis!

Não aprendemos a nos auto-acolher ou a termos compaixão por nós mesmos. Como não sabemos como lidar com nossos defeitos, passamos a rejeitá-los, e rejeitando a nós mesmos, rejeitamos a vida!

Podemos reconhecer que estamos nos perdendo quando exageramos nossas reações emocionais. Por exemplo, quando nos pegamos dizendo: “Eu não devia estar sentindo isso”, “Não acredito que fiz isso de novo”, “Que vergonha, nunca mais quero mostrar minha cara” ou mesmo “Que raiva que ele fez isso comigo de novo”…

Se algo é visto como inaceitável, não tem reparo nem negociação. Então, instintivamente escondemos e negamos estes impulsos inaceitáveis. Assim, mais uma vez nos afastamos de nós mesmos.

O medo de não ser capaz de lidar com nossa sombra ou de sermos excluídos pelo outro, caso ele a veja, nos leva cada vez mais a negar nosso lado não desenvolvido. O que não combina com o desenvolvimento do nosso ego ideal, torna-se sombra. Neste sentido, na medida em que procuramos ser bons e fazer o bem, vamos reforçando uma imagem idealizada de nós mesmos. Desta forma, vamos criando polarizações cada vez mais distintas: “sou assim e não assado”. Vamos empurrando para longe de nós o que não somos e sem nos darmos conta, deixamos de cuidar de nossas sombras!

Por isso, quando surgem os sentimentos inadmissíveis, temos a oportunidade de encarar de frente o que, até então, estávamos evitando. Só quando aceitamos sentir o inadmissível, voltamos a ser ‘um’ em nosso mundo interno. Dizem que Jung teria perguntado a um de seus pacientes: “Você prefere ser inteiro ou bom?”